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mapa
Ao invisibilizar práticas, saberes e espaços que não se encaixam no modelo hegemônico, o discurso patrimonial reforça desigualdades históricas e perpetua exclusões. Este mapa não deve ser lido como um inventário neutro, mas como um campo de disputa: quem tem o direito de contar a história? Quem decide o que merece ser preservado? Reconhecer essa assimetria é fundamental para romper com a lógica de um patrimônio que legitima apenas uma parte da memória coletiva. É um chamado para ampliar o olhar, incluir as culturas marginalizadas e construir uma cartografia que reflita sobre a diversidade do Extremo Sul Catarinense.
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